Solenidade de Corpus Christi, centro da vida da Igreja

01/06/2018 Por: Aline Salustiano
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Na tarde de hoje, 31 de maio, quando a Igreja Católica celebra a Solenidade de Corpus Christi, a Paróquia de Nossa Senhora das Dores – Basílica Santuário esteve tomada de fiéis que participaram da Celebração Eucarística presidida pelo pároco, padre Cícero José da Silva e concelebrada pelos vigários paroquiais, padre Antônio Romão, padre Cícero Gomes e padre Paulo Borges.

A solenidade, que é celebrada na quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade, teve início no ano de 1264 por iniciativa do Papa Urbano IV e recorda o corpo e sangue de Cristo, dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento e remédio, centro da fé Católica.

O dia dedicado à Jesus Eucarístico na Basílica Santuário teve início ás 6h, quando o Santíssimo Sacramento foi exposto para um dia inteiro de adoração, onde as pastorais, movimentos e serviços paroquiais conduziram as orações que, este ano, foram dedicadas a nação brasileira.

Durante a Celebração Eucarística o padre Cícero José recordou que Jesus celebra o Reino de Deus, doando-se como pão e vinho, a Santa Eucaristia.  “A ceia é um momento de alegria, partilha e comunhão. Descartando comer o cordeiro pascal, Jesus apresenta-se como o pão que dá a vida, e o vinho que alegra a todos, inaugurando a nova celebração do Reino de Deus. A Eucaristia é a celebração da comunidade viva, animada pelo Espírito, unida em torno de Jesus, empenhada em cumprir a vontade do Pai, que é vida para todos”, afirmou.

PROCISSÃO

Após a celebração da Santa Missa, deu-se início a procissão com o Santíssimo Sacramento, que percorreu algumas ruas no entorna da Basílica Santuário, que adornadas com velas e flores, demonstravam o amor dos católicos à Jesus Eucarístico.

Os fiéis participaram com muita devoção deste momento, que contou com três paradas: a primeira na Vila São José, a segunda na Avenida Leandro Bezerra e a última benção aconteceu na praça da Capela do Perpétuo Socorro, que pela primeira vez teve um tapete, com mais de 27 metros, preparado para a passagem do cortejo.

O tapete, feito de Sal, farinha, areia e pó de serragem, foi produzido pelas novas comunidades, os vocacionados e o ECC que pertencem à paróquia. “Foi uma experiência muito boa, uma experiência nova, mas muito gratificante. A boa vontade de todo mundo foi que fez tudo acontecer”, disse Suiane membro da Comunidade Sal da Terra e colaboradora na Confecção do tapete.



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