Bendito o que vem em nome do Senhor: Basílica de Nossa Senhora das Dores celebra o Domingo de Ramos em comunhão com toda a Igreja

Bendito o que vem em nome do Senhor: Basílica de Nossa Senhora das Dores celebra o Domingo de Ramos em comunhão com toda a Igreja

Categoria: Basílica

13/04/2025 Por: Nayane Moreira | Jornalista


Os ramos que os fiéis seguravam nas mãos e a cor vermelha presente nas vestes dos sacerdotes identificavam visivelmente a solene liturgia celebrada por toda a Igreja neste 13 de abril: o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor.

A primeira parte da liturgia, composta pela benção dos ramos e a proclamação do Evangelho, foi rezada na Capela do Socorro, local que também foi ponto de partida para a procissão pelas ruas do território paroquial com destino à Basílica de Nossa Senhora das Dores. Nesta caminhada, o povo de Deus exclamou com entusiasmo os “hosanas” que recordam o acontecimento bíblico da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém dias antes de ser condenado a morte na Cruz.

Na chegada da Procissão de Ramos à Basílica, os fiéis participaram da continuação da Santa Missa, que foi presidida pelo Padre Raimundo Pedro, vigário paroquial; concelebrada pelo reitor, Padre Cícero José, e assistida pelo Padre Humberto Júnior. Nesta segunda parte do rito, além do salmo e leituras, como acontece de costume em cada celebração, a Paixão do Senhor foi proclamada segundo São Lucas, evangelista do ano litúrgico em curso.

Durante a homilia, o Padre Raimundo Pedro ensinou sobre o projeto salvífico de Deus. “O reinado de Jesus tem a marca da humildade, do despojamento, da pobreza, da simplicidade. Cristo é um Rei cuja coroa é tecida de espinhos e cujo trono é a Cruz. Ele é um Rei que se assemelha ao servo sofredor, conforme anuncia a profecia de Isaías, aquele que experimenta o sofrimento e a morte, mas cujo objetivo é a salvação de todos pela remissão dos pecados”, disse o sacerdote; que completou a fala com uma mensagem de esperança: “Este é o modelo de santidade para a Igreja: Jesus Cristo, aquele que não se desespera diante das desilusões da vida, dos sofrimentos e da dor; aquele que se doa, se entrega e não será esquecido no vale da morte, pois cumprirá a promessa da gloriosa ressurreição”.

A Liturgia do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor é celebrada tal qual se conhece na atualidade, combinando a entrada triunfal de Jesus com a Paixão, desde o século IX. Ela introduz às celebrações da Semana Santa como um demonstrativo dos grandes mistérios da redenção que serão vividos com mais intensidade no Tríduo Pascal.

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