Categoria: Basílica
26/07/2024 Por: Nayane Moreira | Assessoria de Comunicação
No agreste pernambucano fica situada a cidade de Gravatá. A terra das flores tropicais, como também é conhecida, cresceu alicerçada na devoção à Senhora Sant’Ana, que já predomina fervorosa há mais de 200 anos. Neste dia 26 de julho, depois de um itinerário festivo de 10 dias, a comunidade paroquial dedicada a avó de Jesus encerrou a festa patronal com procissão, missa solene e a presença da Caravana da Mãe das Dores e do Padre Cícero, comitiva vinda de Juazeiro do Norte - CE.
Um dos primeiros sinais da festa que envolvia a cidade eram os repiques dos sinos que foram constantes ao longo do dia. Associados a eles estavam os louvores fervorosos entoados pelo povo no retorno das imagens de Senhora Sant’Ana e de São Joaquim ao patamar da Igreja Matriz depois da caminhada de encerramento dos festejos.
A Eucaristia, iniciada às 19h, foi presidida pelo Padre Cícero José, reitor da Basílica de Nossa Senhora das Dores. O pároco da Matriz de Senhora Sant’Ana, Padre Antônio Márcio, concelebrou a Santa Missa, assim como alguns vigários paroquiais e presbíteros que atuam em cidades circunvizinhas.
“Hoje, celebramos solenemente a padroeira e ter um padroeiro numa comunidade é um sinal de que nós devemos olhar para Deus com os mesmos olhos que ela, ou seja, a mulher que olhou e permaneceu no caminho com o objetivo de alcançar o céu. Se nós aqui estamos é fundamental termos a clareza na mente e no coração do porquê aqui estou. Para todo cristão batizado a meta é alcançar o abraço misericordioso do Pai e ser acolhido pela promessa feita pelo próprio Jesus de que na casa celeste há muitas moradas e lugar para todos. Em Sant’Ana, Deus começa o sinal da salvação e aquele casal de idade avançada se torna referência para aqueles que em Deus confiam”, disse o Padre Cícero José ao fazer referência ao testemunho cristão do pais de Maria Santíssima durante a homilia.
O sacerdote também enfatizou que no coração do povo, a festa patronal precisa ser sinal de missão permanente na vivência comunitária: “o festejo não deve terminar hoje, ele precisa continuar ressoando por onde quer que sejamos enviados, a fim de darmos testemunho daquilo que rezamos, porque para ser devoto não basta apenas vir na novena ou se identificar como romeiro é preciso identificar com ações concretas aquilo que celebramos”.
Ao final, enquanto as imagens eram incensadas, os fiéis cantavam com entusiasmo o hino de Senhora Sant’Ana, cuja letra remete a uma prece: “Gloriosa padroeira, ouve nossas orações”; e contemplaram os fogos de artifício que iluminaram o céu bem acima da torre da Matriz.
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