Categoria: Basílica
27/03/2018 Por: Aline Salustiano
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Nesta segunda-feira, 26 de março, missionários e membros da comunidade paroquial de Nossa Senhora das Dores – Basílica Santuário, reuniram-se no Largo da Capela do Perpétuo Socorro para participarem da celebração do 5º encontro da Campanha da Fraternidade 2018, cume dos trabalhos missionários realizados durante o período da Quaresma.
Com muita alegria, os participantes entoaram cantos, refletiram o encontro e, após a proclamação do Evangelho, foram convidados a avaliarem e compartilharem as experiências da missão que se traduziram na realização dos encontros da CF e da Via-Sacra.
Após partilhar a alegria que viu no rosto das pessoas por onde passou durante o período da Quaresma, a missionária Elisete Sousa - “Zete”, do Setor 04, a partir de sua experiência, fez um pedido. “Não deixemos para fazer essas visitas só no período da pré - festa ou na Campanha da Fraternidade do próximo ano, mas que nós, que vivemos essa experiência, possamos fazer essas visitas pelo menos uma vez por mês. Essas pessoas esperam por nós, muitas vezes eles não conseguem ir à Igreja, e somos nós missionários que devemos levar a Palavra de Deus até eles”, enfatizou.
Ao falar da missão realizada, o pároco de Nossa Senhora das Dores - Basílica Santuário, padre Cícero José frisou a importância dos missionários na vida daqueles que, muitas vezes, estão sem esperança. “Em sua missão, Jesus precisou de doze apóstolos, assim também é a Igreja, precisa de seus missionários. Vocês são a Paróquia de Nossa Senhora das Dores que vão até a comunidade, que fazem as visitas nas casas. Cada missionário é um sinal de ressurreição, levando a esperança àqueles que não têm”, disse.
Ainda segundo Padre Cícero José, a Campanha da Fraternidade tem como objetivo “desinstalar”, tirar o leigo da acomodação, e dessa forma torná-lo “instrumento da paz” na vida dos outros.
Além de evangelizar, os missionários realizaram um gesto concreto a partir da arrecadação de material higiênico para serem entregue as pessoas em situação de rua assistidas pela Casa da Mãe das Dores. “É coisa de Deus! A pessoa abrir o coração para doar o pouco que tem, dividir com os pobres e ao mesmo tempo entender o nosso trabalho, as nossas necessidades. Nós só podemos ficar felizes e agradecer”, disse a assistente social, Divina Fernandes.
Após o encerramento do encontro, todos foram convidados para um momento de partilha.
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