Categoria: Basílica
20/05/2024 Por: Nayane Moreira | assessoria de comunicação
Um itinerário orante iniciado há quase 90 anos e repetido com devoção a cada dia 20 do mês: a Missa em sufrágio da alma do Servo de Deus Padre Cícero Romão Batista. Em maio, período do ano em que a veneração a Nossa Senhora é vivida com mais intensidade pelos católicos, a celebração aconteceu de forma providente na segunda-feira subsequente à Solenidade de Pentecostes, dia reservado no calendário litúrgico à memória de “Maria, Mãe da Igreja”.
Dom Magnus Henrique, OFMCap, presidiu a Eucaristia. O pastor da Igreja Particular de Crato retornou às atividades pastorais em solo diocesano há pouco mais de uma semana, depois de um período de dois meses em Recife, capital pernambucana, onde se recuperava de uma cirurgia realizada para correção de fratura no colo do fêmur. Por essa razão, a Santa Missa também contou com essa especial ação de graças.
“Agradeço por esse momento, pois, com certeza, as orações de todo o povo chegaram ao céu e as bênçãos de Deus foram derramadas sobre mim. Estou ainda me recuperando, mas pronto para seguir à caminhada”, disse dom Magnus.
A gratidão também foi manifestada na reflexão realizada pelo bispo ao explicar sobre a liturgia do dia e a memória celebrada, uma vez que pelo “sim” de Maria aos pés da Cruz, a Igreja, povo eleito de Deus, ganha o olhar terno e cuidadoso de uma Mãe. “Celebrando hoje a memória de Nossa Senhora estamos agradecendo a Deus, pois somos todos filhos de Nossa Senhora. Dela, precisamos ter a coragem, mas, sobretudo, olhar para Maria, para o seu exemplo, o seu sim, a sua disponibilidade e, mesmo diante das incompreensões e das cruzes da vida, continuar dizendo: ‘Eis aqui, faça-se me mim segundo a Tua Palavra.’”
Andar com fé
No meio do povo histórias de fé. Uma delas veio de Jamacaru, distrito cearense situado no sopé da Chapada do Araripe e também consagrado ao patrocínio de Nossa Senhora das Dores. Seu Antônio, acompanhado por outras 40 pessoas, saíram de casa a pé, às 17h, deste domingo, 19 de maio, com intenção de chegar em Juazeiro do Norte pela manhã e participar da missa em sufrágio da alma do Padre Cícero.
“A minha mãe, por cerca de 50 anos, sempre veio a pé para Juazeiro e, me espelhando nela, também comecei a realizar essa caminhada. Ela era muito devota do Padre Cícero e eu sigo pelo mesmo roteiro que ela”, falou o devoto.
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