Categoria: Basílica
15/09/2018 Por: Patrícia Mirelly
1.844 visualizações
Dores que foram redimidas. Graças e os favores alcançados. É com júbilo, gratidão e zelo que os romeiros enfeitam seus transportes para homenagear a Mãe das Dores. Conversando um pouco com o romeiro o Nilton Alves, falou-nos que retira da parede de sua casa, em Maceió, Alagoas, as imagens de “meu padrinho Cícero” e da “Mãe das Dores”, e as coloca, cuidadosamente, em um andor que ele mesmo faz questão de ornar com fitas e flores. A primeira intenção é para honrar a Mãe de Deus. A segunda, empreendendo uma longa viagem: Juazeiro do Norte, no Ceará, há mais de seiscentos quilômetros de distância.
Lá, congregado na terra santificada pela benevolência paternal daquele que tomara por padrinho, acorre para testemunhar a sua confiança na Santa Senhora. E com a maior satisfação pisa o solo cearense.
Seu itinerário de fé começa na Matriz. Ao desembarcar do ônibus, traz consigo o singelo andor, “oratório viajante”. Fitando as dores daquele Coração transpassado, sabe que aí está a preocupação de uma mãe com as tribulações dos filhos. E sente a voz embargar, enquanto o coração se prostra, em veneração.
“O andor nos representa, representa a nossa romaria que chegou. E eu faço com o maior carinho. E o oratório é de todos os nordestinos”, considera.
Nos andores da Mãe das Dores suplica que todas as dores sejam redimidas, juntando-se à multidão de piedosos romeiros, companheiros de caminhada, e seguindo o conselho que o padrinho deixara: o da oração e da penitência.
Inscreva-se em nossa lista de e´mails para receber notificações de notícias, eventos e outras informações da Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores.