Vida no campo é destaque na terceira noite da Romaria de Finados

Vida no campo é destaque na terceira noite da Romaria de Finados

Categoria: Basílica

01/11/2018 Por: Aline Salustiano


1.366 visualizações


Na noite de ontem, 31 de outubro, terceira noite da Romaria de Finados, o patamar da Basílica Santuário de Nossa Senhora das Dores esteve repleto de romeiros, que participaram da Celebração Eucarística presidida pelo Coordenador Diocesano de Pastoral, Padre Vileci Basílio Vidal.

 A celebração, organizada pela comissão da Pastora da Terra, foi concelebrada pelos vigários paroquiais da Basílica Santuário, padre Antônio Romão, padre Cícero Gomes e padre Paulo Borges, os padres da Diocese de Crateús, Padre Machado e padre Maurício, pelo Frei Roberto de Oliveira da cidade de Lagoa de São Francisco – PI e Padre Ricardo de Macau – RN.  

Em sua acolhida aos romeiros, o padre Vileci Basílio recordou que, nesta data, a Romaria faz memória ao dia do nascimento do Monsenhor Murilo de Sá Barreto. “Hoje é dia de fazer memória deste santo padre, acolhedor e vigário do Nordeste, dia do seu nascimento. Com alegria estamos celebrando essa Ação de Graças com esses camponeses romeiros”, disse.

Durante a homília, realizada pelo padre Maurício, foi enfatizada a atuação do Padre Cícero Romão na acolhida e direcionamentos aos camponeses de sua época. “A terra do Juazeiro e uma terra onde a atenção aos homens do campo vem de longe. O Padre Cícero, quando jovem, escutou as pregações do padre Ibiapina, que andou no Nordeste no tempo das grandes secas para animar o povo sofrido, com a palavra de Deus e promover obras para melhorar as condições de vida desse povo. O padre Cícero Romão escuta os seus ensinamentos e, acolhendo os romeiros que aqui chegavam, também direcionou esse povo na cultura da terra, um exemplo é o Caldeirão da Santa Cruz”, enfatizou.

O padre Maurício, após frisar o trabalho de cultivo no campo,  recordando o Evangelho do grão de mostarda (Lc13,18-21) proclamado na liturgia do último dia 30, colocou que “todas as vezes em que se faz algo pelo seu irmão”, o romeiro está plantando uma semente do Reino de Deus e que “nascerá uma grande árvore que dará belos frutos”.

No momento do ofertório, os romeiros foram motivados a, de mãos elevadas aos céus, depositarem, no altar do Senhor, as dificuldades e limitações que impedem o povo camponês de cultivarem suas terras.

 Ao final da celebração, o padre Vileci pediu que os romeiros, erguessem o chapéu, símbolo do romeiro, e juntos rezassem uma Ave Maria em homenagem ao Monsenhor Murilo de Sá Barreto.  

Comentários:

Inscreva-se em nossa Newsletter

Inscreva-se em nossa lista de e´mails para receber notificações de notícias, eventos e outras informações da Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores.